
A taxa de desocupação – pessoas desempregadas, mas que querem trabalhar- caiu para a taxa de 5,4% no segundo trimestre de 2026 (abril, maio e junho), queda de 0,7 p.p. em relação ao trimestre de janeiro a março de 2026 (6,1%). Essa é a menor faixa registrada na série histórica desde 2012.
Na comparação com o mesmo trimestre móvel do ano anterior, abril a junho de 2025, quando a taxa foi estimada em 5,8%, o quadro foi de queda (-0,4 p.p.).
Dados da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na quinta-feira (30).
Cai 10,9% o número de pessoas desempregadas, mas que querem trabalhar
Os dados da PNAD registraram 5,9 milhões desocupados, uma queda de 10,9% em comparação com o trimestre de janeiro a março de 2026 (6,6 milhões). Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (6,3 milhões) apresentou variação de -6,3%, significando uma redução de 392 mil pessoas desocupadas na força de trabalho.
Já a população ocupada – pessoas com trabalho remunerado, sendo de carteira assinada ou não – teve aumento de 1,1%, a 103,1 milhões. Em relação ao período de abril a junho de 2025, o indicador apresentou variação positiva (0,7%), quando havia no Brasil 102,3 milhões de pessoas ocupadas, representando um adicional de 742 mil pessoas.
O nível de ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 58,8% no trimestre de abril a junho de 2026, apresentando um aumento de 0,5 ponto percentual frente ao trimestre de janeiro a março de 2026 (58,2%). Em relação a igual trimestre do ano anterior, este indicador não apresentou variação estatisticamente significativa.
A Bahia liderou a geração de empregos formais no nordeste durante o 2º trimestre de 2026, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados na quinta-feira (30). O estado gerou 8.985 vagas, representando 26,1% do saldo da região Nordeste.
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