
O empresário Daniel Vorcaro, conhecido nos últimos anos por seu estilo de vida marcado por luxo e ostentação, teria deixado de pagar os advogados responsáveis por sua defesa em processos criminais e cíveis.
De acordo com a coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, Vorcaro não estaria mais arcando com os honorários das bancas jurídicas que atuam em ações envolvendo seu nome.
Vorcaro passou a ser alvo de uma série de investigações da Polícia Federal relacionadas a suspeitas de crimes financeiros envolvendo a instituição.
A principal investigação contra o empresário envolve a suspeita de emissão e negociação de títulos de crédito considerados sem lastro, além de possíveis irregularidades na gestão do Banco Master.
A Polícia Federal apura suspeitas de crimes como gestão fraudulenta de instituição financeira, organização criminosa, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.
Daniel Vorcaro foi preso pela primeira vez em 17 de novembro de 2025, durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal para investigar supostas fraudes envolvendo o Banco Master. A prisão ocorreu no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), quando ele se preparava para embarcar para o exterior em um jato particular.
Na ocasião, a PF cumpriu mandados contra investigados por suspeitas de crimes como gestão fraudulenta de instituição financeira, emissão de títulos de crédito falsos, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Vorcaro ficou preso por cerca de 11 dias e foi solto em 28 de novembro de 2025, após decisão judicial.
O empresário voltou a ser preso em 4 de março de 2026, durante a terceira fase da Operação Compliance Zero.
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