MINUTO BAHIA
Publicidade
Nacional

STF decide e ONGs voltam a receber repasses de emendas parlamentares

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Flávio Dino, decidiu por autorizar que três organizações não governamentais (ONGs) voltem a receber recursos provenientes de emendas parlamentares. A medida começou a valer no sábado (25). Dino havia…

Por andre27/01/2025 07:460 visualizações
RESUMO COM IA

Entenda em poucos segundos

Gere um resumo objetivo desta matéria antes de começar a leitura.

Compartilhe esta matéria
Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Flávio Dino, decidiu por autorizar que três organizações não governamentais (ONGs) voltem a receber recursos provenientes de emendas parlamentares. A medida começou a valer no sábado (25).

Dino havia suspendido os repasses para 13 entidades devido à falta de transparência, envolvendo um montante de R$ 142 milhões. A decisão foi tomada após a Controladoria-Geral da União (CGU) confirmar que as ONGs atenderam às exigências de transparência estabelecidas pelo ministro.

As emendas parlamentares correspondem a uma fatia do Orçamento destinada a projetos indicados por deputados e senadores, incluindo transferências para ONGs.

O caso elevou a tensão entre o Congresso e o Executivo, já que parlamentares enxergam a atuação de Dino como alinhada ao Planalto. Com a liberação por parte do STF, os recursos voltam a ser liberados para as seguintes organizações:

– Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Sorocaba
– Fundação Euclides da Cunha de Apoio Institucional à Universidade Federal Fluminense (FEC)
– Instituto Besouro de Fomento Social e Pesquisa

Outras dez entidades seguem com os repasses bloqueados. A CGU entendeu que essas três organizações:

– Criaram uma página de transparência em seus sites;
– Disponibilizam informações sobre as emendas parlamentares recebidas;
– Atendem aos critérios de transparência exigidos pela CGU.

Bahia.ba

Compartilhe esta matéria
CONVERSA

Comentários

0 comentários

Ainda não há comentários. Seja o primeiro a comentar.
PARTICIPE

O que você achou desta matéria?

Comente, pergunte ou acrescente uma informação relevante.

Deixe seu comentário