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MPT abre inquérito para investigar morte de trabalhador no distrito de Pilar, em Jaguarari

O Ministério Público do Trabalho (MPT) na Bahia instaurou inquérito para apurar as circunstâncias da morte de um trabalhador ocorrida na mina subterrânea de Pilar, localizada na unidade Caraíba, no município de Jaguarari, centro-norte do estado.…

Por andre28/10/2026 07:2516 visualizações
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O Ministério Público do Trabalho (MPT) na Bahia instaurou inquérito para apurar as circunstâncias da morte de um trabalhador ocorrida na mina subterrânea de Pilar, localizada na unidade Caraíba, no município de Jaguarari, centro-norte do estado.

A investigação buscará identificar eventuais responsabilidades do empregador e verificar o cumprimento das normas de saúde e segurança do trabalho aplicáveis à atividade minerária.

A vítima foi identificada como José Ronaldo Silva de Carvalho, operador de máquinas de 45 anos. Segundo informações divulgadas pela imprensa, ele trabalhava na mina subterrânea da empresa Ero quando sofreu um acidente durante a operação de uma motoniveladora, na noite de sábado (23/10). O trabalhador foi socorrido pela equipe de resgate da própria empresa e encaminhado para atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos.

No curso da investigação, o MPT deverá solicitar informações aos órgãos responsáveis pela apuração técnica do acidente, incluindo a Superintendência Regional do Trabalho na Bahia (SRT-BA), que possui atribuição para fiscalizar o cumprimento da legislação trabalhista e das normas de segurança e saúde no ambiente laboral. O objetivo é reunir elementos que permitam esclarecer as causas do acidente e verificar a adoção das medidas preventivas exigidas para atividades de mineração subterrânea.

Após o ocorrido, a direção da Ero anunciou a paralisação, por 24 horas, das atividades de produção da unidade Caraíba, incluindo as minas de Pilar, Vermelhos e Surubim, mantendo apenas os serviços considerados essenciais. Em nota, a empresa informou que está prestando assistência aos familiares do trabalhador e colaborando com as apurações sobre o caso.

De acordo com a empresa, Ronaldo integrava seu quadro de funcionários desde 2012. Ele deixa esposa e duas filhas. O MPT acompanha o caso para verificar se houve falhas nas condições de trabalho ou descumprimento de normas de segurança que possam ter contribuído para o acidente fatal.

ASCOM MPT

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