
Dois celulares com restrições, que estavam à venda em lojas de Queimadas, Nordeste da Bahia, foram apreendidos durante uma operação da Polícia Civil, deflagrada nesta quarta-feira (16/9). Os nomes dos comércios serão preservados. No primeiro estabelecimento visitado, no Centro, os policiais acharam um Samsung Galaxy A10, cor preta, com queixa de extravio no Paraná. O aparelho foi apreendido e o comerciante foi conduzido à Delegacia Territorial para prestar esclarecimentos.
Já na segunda loja, também no Centro, um Samsung Galaxy A32, com queixa de furto em São Paulo, foi achado na vitrine. O empresário também acabou conduzido para a DT, onde também precisou prestar explicações ao delegado.
A Polícia Civil consegue rastrear os celulares por meio do IMEI, o número de identificação global e único para cada telefone celular, funcionando como uma espécie de “RG” do aparelho.
As apreensões foram realizadas no âmbito da Operação “Última Chamada”, que promove fiscalização em estabelecimentos comerciais do ramo de telefonia celular, mediante a verificação da procedência e regularidade dos aparelhos à venda.
MOBILE 360º
Entre os dias 15 e 18 de setembro, cerca de 600 estabelecimentos comerciais serão fiscalizados em toda a Bahia, no âmbito da Operação Mobile 360°, por meio de equipes de 26 Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior (Coorpins).
Nesta quarta-feira (16), foram deflagradas ações em cidades como Salvador, Brumado, Conceição do Coité, Alagoinhas, Esplanada, Ituberá, Ilhéus e São José da Vitória.

Assim como a “Última Chamada”, o objetivo da Operação Mobile 360° é intensificar o combate à receptação e à comercialização irregular de aparelhos celulares em estabelecimentos que atuam na venda, revenda, manutenção e assistência técnica de aparelhos e acessórios. Durante as diligências, são verificadas a procedência dos aparelhos comercializados e as respectivas identificações.
A ação integra o esforço institucional voltado à prevenção e repressão de crimes patrimoniais, especialmente aqueles relacionados ao mercado ilícito de dispositivos móveis.
A fiscalização também possui caráter preventivo e busca ampliar o controle sobre a cadeia de comercialização de aparelhos celulares, contribuindo para desestimular a receptação e, consequentemente, reduzir a circulação de dispositivos provenientes de ações criminosas.
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