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Conselho de Ética da AL-BA enfrenta impasse com trocas de membros e mantém caso Binho Galinha sem avanço

Foto: Divulgação

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) passa por um novo impasse antes de retomar as atividades. A substituição de integrantes da comissão, somada ao recesso legislativo e ao calendário eleitoral, deve adiar o andamento de processos pendentes, entre eles o que envolve o deputado estadual Binho Galinha (Avante), condenado na última quinta-feira (9) no âmbito da Operação El Patrón.

Atualmente, duas vagas do colegiado precisam ser preenchidas após as saídas das deputadas Fabiola Mansur (PV) e Marcelino Galo (PT). Ao Bahia Notícias, Fabiola explicou que os novos integrantes serão definidos pelos líderes das bancadas, respeitando a proporcionalidade partidária. As indicações cabem ao líder do governo na AL-BA, Rosemberg Pinto (PT), e ao líder da oposição, Tiago Correia (PSDB). 

Presidido pelo deputado Vitor Bonfim (PV), o Conselho de Ética deve analisar o episódio no âmbito na Casa. Segundo ele, a análise só poderá avançar após a regularização da composição da comissão e a conclusão dos trâmites formais.

Além da troca de integrantes, outro fator deve retardar o andamento dos trabalhos. Com o recesso parlamentar, que termina em 31 de julho, e o calendário eleitoral, a expectativa é que a Assembleia tenha ritmo reduzido nas próximas semanas, o que pode adiar a instalação definitiva do colegiado.

O Conselho de Ética foi instalado em abril de 2024 sob a expectativa de analisar a situação de Binho Galinha, até então apenas investigado por supostamente liderar uma organização criminosa em Feira de Santana.

BN

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