{"id":39678,"date":"2025-12-30T08:15:53","date_gmt":"2025-12-30T11:15:53","guid":{"rendered":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/?p=39678"},"modified":"2025-12-30T08:15:54","modified_gmt":"2025-12-30T11:15:54","slug":"crise-da-memoria-ram-pode-deixar-celulares-notebooks-e-ate-carros-mais-caros-no-brasil-vila-e-a-ia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/?p=39678","title":{"rendered":"Crise da mem\u00f3ria RAM pode deixar celulares, notebooks e at\u00e9 carros mais caros no Brasil; vil\u00e3 \u00e9 a IA"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"502\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Sem-titulo-343.jpg?resize=800%2C502&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-39679\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Sem-titulo-343.jpg?w=984&amp;ssl=1 984w, https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Sem-titulo-343.jpg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Sem-titulo-343.jpg?resize=768%2C482&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Sem-titulo-343.jpg?resize=750%2C470&amp;ssl=1 750w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Data centers do Google \u2014 Foto: AP\/Google<br><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Se voc\u00ea pretende comprar dispositivos eletr\u00f4nicos, como celulares e notebooks, \u00e9 bom preparar o bolso:\u00a0<strong>esses produtos podem ficar mais caros em 2026<\/strong>, segundo especialistas ouvidos pelo\u00a0<a class=\"\" href=\"https:\/\/g1.globo.com\/\">g1<\/a>. O\u00a0motivo \u00e9 a crise da mem\u00f3ria RAM, componente essencial para o funcionamento desses produtos, que est\u00e1 em falta no mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>O avan\u00e7o da intelig\u00eancia artificial est\u00e1 no centro dessa turbul\u00eancia. Fabricantes t\u00eam direcionado investimentos e produ\u00e7\u00e3o para chips mais avan\u00e7ados,<a class=\"\" href=\"https:\/\/g1.globo.com\/inovacao\/noticia\/2025\/08\/25\/como-funciona-um-data-center-e-por-que-ele-pode-consumir-tanta-energia-e-agua.ghtml\">&nbsp;usados em data centers de IA<\/a>, o que reduziu a oferta de mem\u00f3rias tradicionais&nbsp;<em>(entenda mais abaixo)<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\ud83e\udd14 O que \u00e9 a mem\u00f3ria RAM<\/h2>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m chamada de Random Access Memory (RAM), essa tecnologia \u00e9 respons\u00e1vel por guardar, de forma tempor\u00e1ria, os dados que o dispositivo est\u00e1 usando naquele momento.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao abrir um jogo ou app, as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para ele funcionar ficam na RAM. Quando o aparelho \u00e9 desligado, esses dados s\u00e3o apagados; por isso, ela \u00e9 conhecida como uma mem\u00f3ria de curto prazo.<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo, ao ler esta reportagem do&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/g1.globo.com\/\">g1&nbsp;<\/a>no celular, o conte\u00fado exibido na tela fica temporariamente guardado na mem\u00f3ria RAM do aparelho. Outro exemplo \u00e9 o recurso de copiar e colar: ao copiar algo na internet, o conte\u00fado fica guardado temporariamente na RAM at\u00e9 ser colado; depois, ele some.<\/p>\n\n\n\n<p>A RAM \u00e9 medida em Megabytes (MB) ou em Gigabytes (GB).&nbsp;<strong>Quanto mais GB, melhor ser\u00e1 o desempenho do dispositivo.<\/strong>&nbsp;Um celular com 12 GB de RAM consegue executar mais tarefas ao mesmo tempo do que um com apenas 3 GB.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora seja mais associada a celulares e computadores, a mem\u00f3ria RAM est\u00e1 presente em uma s\u00e9rie de outros dispositivos do dia a dia,&nbsp;<strong>como:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>\ud83e\udd33 smart TVs;<\/li>\n\n\n\n<li>\ud83d\udcf1 tablets;<\/li>\n\n\n\n<li>\ud83c\udfae consoles de videogames;<\/li>\n\n\n\n<li>\u231a rel\u00f3gios inteligentes;<\/li>\n\n\n\n<li>\ud83e\uddf9 aspiradores rob\u00f4;<\/li>\n\n\n\n<li>\ud83d\ude97 carros;<\/li>\n\n\n\n<li>\ud83d\udda8\ufe0f impressoras.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>\ud83d\udcca Atualmente, tr\u00eas empresas lideram a produ\u00e7\u00e3o global de mem\u00f3ria RAM, segundo as ag\u00eancias Reuters e Bloomberg.&nbsp;S\u00e3o elas:&nbsp;<strong>SK Hynix<\/strong>&nbsp;(Coreia do Sul),&nbsp;<strong>Samsung<\/strong>&nbsp;(Coreia do Sul) e&nbsp;<strong>Micron&nbsp;<\/strong>(EUA).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\ud83e\udde0 Por que a IA \u00e9 culpada pela crise?<\/h2>\n\n\n\n<p>Muitas empresas t\u00eam investido pesado em chips de intelig\u00eancia artificial e em grandes data centers, o que reduziu a disponibilidade de componentes para a fabrica\u00e7\u00e3o de mem\u00f3ria RAM, explica Paulo Vizaco, diretor da Kingston no Brasil, uma das principais empresas do setor.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Vizaco, as fabricantes passaram a priorizar mem\u00f3rias mais avan\u00e7adas, usadas em data centers de IA,&nbsp;<strong>por serem mais lucrativas<\/strong>. Com isso, a produ\u00e7\u00e3o de modelos mais antigos diminuiu, e os estoques encolheram.<\/p>\n\n\n\n<p>Elas est\u00e3o reduzindo principalmente a produ\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria RAM DDR4, a quarta gera\u00e7\u00e3o desse componente. O problema \u00e9 que ela ainda equipa muitos eletr\u00f4nicos e, com menos unidades no mercado, a&nbsp;<strong>escassez pode gerar dois efeitos, segundo especialistas:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\ud83d\udc4elevar empresas a vender produtos com menos mem\u00f3ria do que o ideal;<\/li>\n\n\n\n<li>\ud83d\udcb0 encarecer dispositivos, como citado no in\u00edcio da reportagem.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/g1.globo.com\/\">g1&nbsp;<\/a>pesquisou o pre\u00e7o de uma mem\u00f3ria RAM DDR4 de 16 GB da linha Corsair Vengeance RGB Pro. Na plataforma de compara\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os Zoom, o&nbsp;<strong>produto custava R$ 650 em 10 de novembro<\/strong>. A partir de 2 de dezembro, o&nbsp;<strong>valor passou a R$ 1.599<\/strong>, uma alta de cerca de 146%.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/s2-g1.glbimg.com\/IsNOqsVG_fTFxv9fb8PaADG3-4s%3D\/0x0%3A1920x1080\/984x0\/smart\/filters%3Astrip_icc%28%29\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2025\/B\/n\/K6Zn9JQQaCk0QXlXIQQw\/fotojet-97-.jpg?w=800&#038;ssl=1\" alt=\"Valor de mem\u00f3ria RAM passou de R$ 650 para R$ 1.590 em poucas semanas. \u2014 Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Zoom\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Valor de mem\u00f3ria RAM passou de R$ 650 para R$ 1.590 em poucas semanas. \u2014 Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Zoom<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, o consumidor pode sentir ainda mais no bolso por causa de fatores adicionais, como c\u00e2mbio, impostos e custos log\u00edsticos, o que tende a tornar os reajustes mais agressivos, explica M\u00e1rcio Andrey Teixeira, professor do Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia de S\u00e3o Paulo (IFSP) e membro do IEEE.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>&#8220;Os produtos mais afetados tendem a ser os modelos de entrada e intermedi\u00e1rios, que s\u00e3o justamente os que utilizam mem\u00f3ria RAM DDR4&#8221;, completa o especialista.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Paulo Vizaco, da Kingston, afirma ainda que os consumidores podem passar a ver fabricantes entregando celulares com configura\u00e7\u00f5es mais simples, mas cobrando o mesmo valor que era praticado antes.<\/p>\n\n\n\n<p>O&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/g1.globo.com\/\">g1&nbsp;<\/a>procurou a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria El\u00e9trica e Eletr\u00f4nica (Abinee) para comentar a situa\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o houve resposta at\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o desta reportagem.<\/p>\n\n\n\n<p>Em um evento da Abinee com jornalistas, no in\u00edcio de dezembro, Mauricio Helfer, diretor da Dell no Brasil, afirmou que&nbsp;&#8220;hoje, setores como o de tecnologia e o automotivo correm o risco de sentir esses impactos, especialmente a partir de 2026&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>&#8220;No passado, a escassez era pontual e ligada a problemas de produ\u00e7\u00e3o em f\u00e1bricas, agora temos um novo cen\u00e1rio devido \u00e0 IA&#8221;, completa Mauricio.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\ud83d\udcbe Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 mem\u00f3ria RAM<\/h2>\n\n\n\n<p>A crise tamb\u00e9m come\u00e7ou a atingir outros tipos de mem\u00f3ria. Segundo a ag\u00eancia de not\u00edcias Reuters, at\u00e9 a High Bandwidth Memory (HBM), modelo de alto desempenho usado em data centers de intelig\u00eancia artificial, j\u00e1 sente os efeitos.<\/p>\n\n\n\n<p>A Reuters afirma que os pre\u00e7os de alguns segmentos de mem\u00f3ria mais que dobraram neste ano, com base em dados da empresa de pesquisa de mercado TrendForce.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>&#8220;As mem\u00f3rias de armazenamento, como HD (disco r\u00edgido), SSD (unidade de estado s\u00f3lido, tipo de armazenamento mais r\u00e1pido) e as usadas em celulares, tamb\u00e9m devem ser impactadas, pois compartilham a mesma cadeia produtiva&#8221;, explica o professor M\u00e1rcio Andrey Teixeira, do Instituto Federal de S\u00e3o Paulo (IFSP).<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/s2-g1.glbimg.com\/qYF4vtD4w7qcKTNEpYk1DVdk5xg%3D\/0x0%3A2048x1536\/984x0\/smart\/filters%3Astrip_icc%28%29\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2019\/E\/t\/UDOQDiRzSF712AyW4e5A\/memory-chips-on-motherboard-1511895.jpg?w=800&#038;ssl=1\" alt=\"Mem\u00f3ria RAM \u00e9 uma caracter\u00edsticas respons\u00e1veis por aumentar a velocidade do computador. \u2014 Foto: Michal A. Valasek\/FreeImages\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Mem\u00f3ria RAM \u00e9 uma caracter\u00edsticas respons\u00e1veis por aumentar a velocidade do computador. \u2014 Foto: Michal A. Valasek\/FreeImages<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>\u23f3 E quando essa crise deve acabar?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Essa \u00e9 uma pergunta que nem os especialistas conseguem responder com precis\u00e3o. A sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 que ela vai durar entre 2026 e 2029.<\/p>\n\n\n\n<p>Paulo Vizaco, da Kingston, afirma que o cen\u00e1rio ainda \u00e9 incerto. &#8220;Tudo \u00e9 muito novo [o crescimento r\u00e1pido da IA e o aumento da demanda]. Ser\u00e1 preciso acompanhar o mercado com aten\u00e7\u00e3o&#8221;, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Os pre\u00e7os j\u00e1 subiram nas \u00faltimas semanas. No m\u00e9dio prazo, precisaremos acompanhar o comportamento do mercado para entender o que ir\u00e1 acontecer. Na Kingston, nosso planejamento de longo prazo atua justamente para minimizar esses problemas e manter o abastecimento no Brasil o mais est\u00e1vel poss\u00edvel durante esse per\u00edodo&#8221;, diz Vizaco.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a SK Hynix, empresa sul-coreana de chips, afirmou a analistas que a escassez de mem\u00f3ria pode durar at\u00e9 o fim de 2027, segundo a Reuters.<\/p>\n\n\n\n<p>Um executivo do setor ouvido pela ag\u00eancia Reuters j\u00e1 adiantou que o problema deve atrasar futuros projetos de data centers.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se voc\u00ea pretende comprar dispositivos eletr\u00f4nicos, como celulares e notebooks, \u00e9 bom preparar o bolso:\u00a0esses produtos podem ficar mais caros em 2026, segundo especialistas ouvidos pelo\u00a0g1. O\u00a0motivo \u00e9 a crise da mem\u00f3ria RAM, componente essencial para o funcionamento desses produtos, que est\u00e1 em falta no mercado. 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