{"id":24169,"date":"2025-02-10T07:51:52","date_gmt":"2025-02-10T10:51:52","guid":{"rendered":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/?p=24169"},"modified":"2025-02-10T07:51:54","modified_gmt":"2025-02-10T10:51:54","slug":"dopamina-por-que-busca-desenfreada-por-estimulos-pode-tirar-satisfacao-da-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/?p=24169","title":{"rendered":"Dopamina: por que busca desenfreada por est\u00edmulos pode tirar satisfa\u00e7\u00e3o da vida"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Sem-titulo-156.jpg?resize=800%2C450&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-24170\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Sem-titulo-156.jpg?w=984&amp;ssl=1 984w, https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Sem-titulo-156.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Sem-titulo-156.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Sem-titulo-156.jpg?resize=750%2C422&amp;ssl=1 750w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: GETTY IMAGES\/BBC<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>\u00c9 um momento provavelmente conhecido: faz s\u00f3 1 minuto e meio que voc\u00ea botou o celular no bolso, mas, sem perceber, o seu dedo est\u00e1 novamente rolando a tela em busca de likes ou de outras novidades da timeline. Mas n\u00e3o h\u00e1 nada interessante. Afinal, s\u00f3 se passaram 90 segundos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ou: em meio \u00e0 monotonia da noite, um giro sem compromisso pelas ofertas na internet. Aparece um produto em promo\u00e7\u00e3o. No fundo, voc\u00ea sabe que ele vai ter quase nenhuma utilidade, mas a tenta\u00e7\u00e3o de aproveitar os 15% de desconto \u00e9 mais forte. E \u00e9 t\u00e3o bom receber o e-mail de confirma\u00e7\u00e3o da compra&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Para a psiquiatra norte-americana Anna Lembke, instantes assim v\u00eam permeando a vida moderna de um modo excessivo e contribuindo para uma constante sensa\u00e7\u00e3o de insatisfa\u00e7\u00e3o, em que picos de empolga\u00e7\u00e3o ficam cada vez mais raros.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembke \u00e9 a chefe da cl\u00ednica especializada em v\u00edcios na Universidade Stanford, nos&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/topics\/cdr56r2r88wt?xtor=AL-73-%5Bpartner%5D-%5Bg1%5D-%5Blink%5D-%5Bbrazil%5D-%5Bbizdev%5D-%5Bisapi%5D\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estados Unidos<\/a>, e autora de Na\u00e7\u00e3o Dopamina: Por que o Excesso de Prazer Est\u00e1 Nos Deixando Infelizes e o que Podemos Fazer para Mudar (Editora Vest\u00edgio, 2022).<\/p>\n\n\n\n<p>O livro se debru\u00e7a sobre o funcionamento da<strong>&nbsp;dopamina<\/strong>, um neurotransmissor do c\u00e9rebro cuja descoberta \u00e9 relativamente recente \u2014 foi feita em 1957 pelo neurofarmacologista sueco Arvid Carlsson, pesquisa que lhe rendeu um Pr\u00eamio Nobel no ano de 2000.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse mensageiro qu\u00edmico do c\u00e9rebro \u00e9 conhecido erroneamente como &#8220;horm\u00f4nio do prazer&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Na realidade, suas caracter\u00edsticas est\u00e3o ligadas \u00e0 motiva\u00e7\u00e3o ou est\u00edmulo refor\u00e7ador, com destacada atua\u00e7\u00e3o no sistema de recompensa cerebral. A sensa\u00e7\u00e3o de prazer tem outros componentes qu\u00edmicos envolvidos.<\/p>\n\n\n\n<p>A dopamina, no entanto, \u00e9 uma mol\u00e9cula fundamental em um processo maturado durante milh\u00f5es de anos de evolu\u00e7\u00e3o:&nbsp;o corpo instintivamente evita a dor.&nbsp;Procura o oposto.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>&#8220;Quando a dopamina \u00e9 liberada e seus n\u00edveis sobem em resposta a algo que ingerimos ou fizemos, o corpo sente prazer, recompensa, euforia. E, ent\u00e3o, claro, n\u00f3s sempre estamos buscando recriar essa sensa\u00e7\u00e3o&#8221;, diz Lembke em entrevista \u00e0 BBC News Brasil.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Um experimento com ratos d\u00e1 uma ideia de como algumas atividades e subst\u00e2ncias fazem disparar o neurotransmissor acima dos n\u00edveis basais:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Chocolate: +55%<\/li>\n\n\n\n<li>Sexo: +100%<\/li>\n\n\n\n<li>Nicotina: +150%<\/li>\n\n\n\n<li>Coca\u00edna: +225%<\/li>\n\n\n\n<li>Anfetaminas: +1.000%.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Mas o nosso organismo sempre tenta restabelecer um equil\u00edbrio interno, chamado de homeostase. Ou seja, se o n\u00edvel de dopamina foi para as alturas, o corpo tenta compensar o outro lado da balan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 aquela &#8216;descida&#8217; ap\u00f3s qualquer experi\u00eancia prazerosa. \u00c0s vezes essa descida ocorre de forma \u00f3bvia, como a ressaca depois de uma bebedeira. Mas outras vezes \u00e9 muito mais sutil&#8221;, diz a psiquiatra.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Essencialmente, \u00e9 a dopamina em queda livre, que n\u00e3o volta apenas a n\u00edveis basais, mas cai para abaixo deles. Ent\u00e3o, para cada prazer, h\u00e1 um custo. E o custo \u00e9 uma sensa\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria da abstin\u00eancia de uma subst\u00e2ncia. Algo universalmente traduzido em ansiedade, irritabilidade, depress\u00e3o e fissura pela droga de prefer\u00eancia.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/s2-g1.glbimg.com\/IQ7OdPXSOmxDzFFGj6Ji57nI9_0%3D\/0x0%3A640x360\/984x0\/smart\/filters%3Astrip_icc%28%29\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2022\/N\/h\/lURYX7RSmHa56SdF5WVg\/image003-1-.jpg?w=800&#038;ssl=1\" alt=\"Anna Lembke \u00e9 chefe da cl\u00ednica especializada em adic\u00e7\u00f5es na Universidade Stanford e autora do livro 'Na\u00e7\u00e3o Dopamina' \u2014 Foto: STEVE FISCH\/DIVULGA\u00c7\u00c3O\/BBC\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Anna Lembke \u00e9 chefe da cl\u00ednica especializada em adic\u00e7\u00f5es na Universidade Stanford e autora do livro &#8216;Na\u00e7\u00e3o Dopamina&#8217; \u2014 Foto: STEVE FISCH\/DIVULGA\u00c7\u00c3O\/BBC<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A toler\u00e2ncia<\/h2>\n\n\n\n<p>Com repetidas exposi\u00e7\u00f5es a esses est\u00edmulos que tanto nos atraem \u2014 sejam subst\u00e2ncias ou comportamentos \u2014 come\u00e7a um processo conhecido no mundo do v\u00edcio: a toler\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>O c\u00e9rebro passa a necessitar doses maiores e mais frequentes para obter a mesma sensa\u00e7\u00e3o das primeiras vezes.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembke trata na cl\u00ednica em Stanford casos graves de abusos de subst\u00e2ncias ou de depend\u00eancia em sexo ou apostas, mas observa que os atrativos surgidos com a internet e a tecnologia digital massificaram e banalizaram a din\u00e2mica dos disparos de dopamina e da compuls\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela acredita que todos n\u00f3s podemos aprender com casos graves de depend\u00eancia, &#8220;vers\u00f5es extremas do que todos n\u00f3s somos capazes&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A riqueza, a abund\u00e2ncia e a tecnologia da nossa \u00e9poca faz com que quase toda experi\u00eancia humana tenha o potencial de v\u00edcio, de uma droga. As m\u00eddias sociais s\u00e3o conex\u00e3o humana em forma de droga. O que torna algo viciante? Algo que dispara dopamina no sistema de recompensa do c\u00e9rebro de forma r\u00e1pida&#8221;, diz ela.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;E n\u00f3s temos acesso f\u00e1cil, quantidade ilimitada, grande pot\u00eancia e novidades ilimitadas. A dopamina responde a todas essas condi\u00e7\u00f5es.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/s2-g1.glbimg.com\/qql0CbKsmkOn-yTLpNH_iFgIg3E%3D\/0x0%3A640x360\/984x0\/smart\/filters%3Astrip_icc%28%29\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2022\/E\/6\/aoXzdxSXGTkVzhdN7Oog\/image002-1-.jpg?w=800&#038;ssl=1\" alt=\"'A riqueza, a abund\u00e2ncia e a tecnologia de nossa \u00e9poca faz com que quase toda experi\u00eancia humana tenha o potencial de v\u00edcio, de uma droga', diz Anna Lembke \u2014 Foto: GETTY IMAGES\/BBC\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8216;A riqueza, a abund\u00e2ncia e a tecnologia de nossa \u00e9poca faz com que quase toda experi\u00eancia humana tenha o potencial de v\u00edcio, de uma droga&#8217;, diz Anna Lembke \u2014 Foto: GETTY IMAGES\/BBC<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;As pr\u00f3prias not\u00edcias s\u00e3o uma esp\u00e9cie de droga da novidade, certo? \u00c9 a percep\u00e7\u00e3o de que o mundo tem a todo momento eventos transformadores. Mas depois de um tempo n\u00f3s precisamos de mais e mais eventos chocantes para sentir algo. N\u00f3s passamos de horrorizados para entorpecidos \u2014 e \u00e9 algo preocupante porque fala da natureza antissocial que circunda o v\u00edcio, em que o dependente se torna indiferente ao sofrimento dos outros.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00f3pria autora admite no livro que n\u00e3o \u00e9 imune \u00e0s compuls\u00f5es. No caso dela, ocorreu uma &#8220;fixa\u00e7\u00e3o nada saud\u00e1vel&#8221; com livros de erotismo soft.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembke descreve que sua rotina come\u00e7ou a ser ocupada por romances gen\u00e9ricos de 50 Tons de Cinza em vez de socializar, cozinhar, dormir e dar aten\u00e7\u00e3o \u00e0 fam\u00edlia \u2014 ela afirma que at\u00e9 o intervalo entre uma consulta ou outra na cl\u00ednica em Stanford tinha que ser usado para saciar a vontade.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembke diz que n\u00e3o foi f\u00e1cil fazer essas revela\u00e7\u00f5es sobre si mesma.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Na verdade foi um grande risco. Olha, eu sou professora em Stanford e m\u00e9dica. A expectativa sobre n\u00f3s \u00e9 que nunca sejamos vulner\u00e1veis, n\u00e3o \u00e9? Mas eu conto tantas hist\u00f3rias reais dos meus pacientes, e eles deram permiss\u00e3o para isso [ningu\u00e9m \u00e9 identificado]. Ent\u00e3o, se eles tiveram coragem o suficiente, eu poderia ter tamb\u00e9m.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Abrace o desconforto<\/h2>\n\n\n\n<p>A psiquiatra da Universidade Stanford acredita que a ideia de eliminar a dor a qualquer custo como paradigma trouxe desvantagens para a sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembke se refere tanto \u00e0 fuga autom\u00e1tica de desconfortos como o t\u00e9dio e a monotonia quanto ao uso indiscriminado de medicamentos para combater a dor &#8211; algo que teve grande papel na crise dos opioides, que vitimou centenas de milhares de norte-americanos nas \u00faltimas d\u00e9cadas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Evitar a dor nos priva de experi\u00eancias que constroem os calos mentais para encarar desafios futuros. E eu falo de dor de uma forma ampla: emocional, espiritual, todos os diferentes tipos de sofrimento f\u00edsico e psicol\u00f3gico.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A retomada do contato com o desconforto \u00e9 exemplificada no livro por algo frugal: a terapia do banho gelado (e, de fato, pesquisas sugerem benef\u00edcios da \u00e1gua fria n\u00e3o s\u00f3 para melhorar a circula\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m para aliviar depress\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Junto com o acesso crescente a medicamentos e a comportamentos que nos apartam das experi\u00eancias tradicionais de dor, n\u00f3s desenvolvemos uma narrativa em que a dor deve ser evitada em n\u00f3s ou nos nossos filhos&#8221;, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Como resultado, pais se tornaram temerosos de deixar que seus filhos experimentem qualquer tipo de sofrimento, com medo de que eles acabem no div\u00e3 ou com algum dist\u00farbio psicol\u00f3gico. Mas o fato \u00e9 que proteger as crian\u00e7as de experi\u00eancias desafiadoras \u00e9 priv\u00e1-las da oportunidade de construir uma fortaleza mental que elas necessitam no mundo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Mas uma pergunta paira: n\u00e3o ser\u00e1 justamente a vida moderna, com toda a sua press\u00e3o e desafios, que imp\u00f5e peso sobre todos que a habitam e dessa forma precisamos de algo para sanar essas dores?<\/p>\n\n\n\n<p>Ela responde: &#8220;Eu concordo que n\u00f3s vivemos em um mundo muito estranho e em uma \u00e9poca muito estranha, e que a vida em tempos modernos \u00e9 dif\u00edcil por raz\u00f5es paradoxais&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Acho que medicamentos psicotr\u00f3picos t\u00eam representado uma maneira para nos adaptar a um mundo para o qual a nossa evolu\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o chegou. Mas, em geral, eu acho que esses rem\u00e9dios s\u00e3o prescritos de forma excessiva, sem o reconhecimento de seus lados negativos, incluindo o potencial para se viciar ou nos privar de sentir as intensas emo\u00e7\u00f5es que nos tornam humanos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A sugest\u00e3o no livro \u00e9 que, em vez de usar medicamentos para nos adaptar a esse novo mundo \u00e9 tentar mudar as nossas experi\u00eancias nele.&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 um momento provavelmente conhecido: faz s\u00f3 1 minuto e meio que voc\u00ea botou o celular no bolso, mas, sem perceber, o seu dedo est\u00e1 novamente rolando a tela em busca de likes ou de outras novidades da timeline. Mas n\u00e3o h\u00e1 nada interessante. Afinal, s\u00f3 se passaram 90 segundos. 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