{"id":19966,"date":"2024-12-03T07:28:06","date_gmt":"2024-12-03T10:28:06","guid":{"rendered":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/?p=19966"},"modified":"2024-12-03T07:28:07","modified_gmt":"2024-12-03T10:28:07","slug":"nova-arma-antissatelite-russa-reacende-medo-de-conflito-nuclear-no-espaco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/?p=19966","title":{"rendered":"Nova arma antissat\u00e9lite russa reacende medo de conflito nuclear no espa\u00e7o"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"600\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Sem-titulo-25.jpg?resize=800%2C600&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-19967\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Sem-titulo-25.jpg?w=888&amp;ssl=1 888w, https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Sem-titulo-25.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Sem-titulo-25.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Sem-titulo-25.jpg?resize=750%2C563&amp;ssl=1 750w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Simula\u00e7\u00e3o de muitos sat\u00e9lites em torno da Terra \u2014 Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o \/ Ag\u00eancia Espacial Europeia<br><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Em 14 de fevereiro passado, Michael Turner, presidente da Comiss\u00e3o de Intelig\u00eancia da C\u00e2mara dos Representantes dos Estados Unidos, emitiu uma declara\u00e7\u00e3o em que advertia sobre &#8220;uma s\u00e9ria amea\u00e7a \u00e0 seguran\u00e7a nacional&#8221;. Pouco depois, a Casa Branca confirmou suas<a class=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/mundo\/noticia\/2024\/05\/22\/pentagono-acusa-a-russia-de-lancar-e-estacionar-arma-antiespacial-na-mesma-orbita-de-satelite-americano.ghtml\">\u00a0suspeitas de que a R\u00fassia estava desenvolvendo uma arma antissat\u00e9lite de grande pot\u00eancia<\/a>. N\u00e3o se utilizou a palavra &#8220;nuclear&#8221;, mas estava impl\u00edcita na declara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>No dia 20 do mesmo m\u00eas, um indignado\u00a0<a class=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/tudo-sobre\/politico\/vladimir-putin\/\">Vladimir Putin<\/a>, presidente da R\u00fassia, desmentiu tais afirma\u00e7\u00f5es, declarando-se &#8220;categoricamente oposto ao uso de armas nucleares no espa\u00e7o&#8221; e exigindo, ao mesmo tempo, que todos os governos ratificassem os tratados de proibi\u00e7\u00e3o vigentes. Apenas dois meses depois, em abril, Jap\u00e3o e Estados Unidos apresentaram no Conselho de Seguran\u00e7a da ONU uma proposta para refor\u00e7ar a validade do tratado atual, que j\u00e1 conta com 57 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>A\u00a0<a class=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/mundo\/noticia\/2024\/04\/25\/guerra-nas-estrelas-russia-veta-resolucao-do-conselho-de-seguranca-da-onu-para-proibir-uso-de-armas-nucleares-no-espaco.ghtml\">R\u00fassia vetou a proposta<\/a>, contradizendo assim as afirma\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio Putin. E no dia 17 de maio, partiu de Plesetsk o Kosmos 2576, um sat\u00e9lite militar cuja \u00f3rbita sugeria que se tratava de um prot\u00f3tipo de um novo dispositivo antissat\u00e9lite. Por ora, sem carga nuclear. Qual seria o sentido de estacionar armamento at\u00f4mico no espa\u00e7o? Atacar um alvo terrestre a partir da \u00f3rbita exige esperar horas \u2014 \u00e0s vezes, dias \u2014 at\u00e9 que ele esteja ao alcance. \u00c9 muito mais \u00e1gil usar um m\u00edssil bal\u00edstico ou de cruzeiro, ou a t\u00e9cnica de bombardeio por \u00f3rbita fracion\u00e1ria, experimentada pela Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica nos anos 1960 e mais tarde proibida no \u00e2mbito dos acordos SALT II.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra quest\u00e3o \u00e9 inutilizar sat\u00e9lites inimigos. Existem v\u00e1rias maneiras \u2014 proj\u00e9teis cin\u00e9ticos ou armas de proje\u00e7\u00e3o de energia \u2014, mas sem d\u00favida a mais eficaz consiste em detonar um dispositivo nuclear nas proximidades. Tanto os Estados Unidos quanto a URSS realizaram testes desse tipo, sempre sob o pretexto de pesquisas cient\u00edficas, e n\u00e3o com fins agressivos. O primeiro foi a opera\u00e7\u00e3o Argus, realizada pelos Estados Unidos em 1958, que consistiu na detona\u00e7\u00e3o de seis ogivas nucleares de baixa pot\u00eancia sobre o Atl\u00e2ntico Sul; j\u00e1 os sovi\u00e9ticos, em 1961 e 1962, realizaram cinco lan\u00e7amentos a partir de um campo de testes no Cazaquist\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o mais not\u00e1vel de todos esses testes nucleares no espa\u00e7o foi a opera\u00e7\u00e3o Starfish Prime. No dia 9 de julho de 1962, um foguete Thor lan\u00e7ado de um atol situado 1.500 quil\u00f4metros a oeste do Hava\u00ed levou ao espa\u00e7o uma bomba de uma megatonelada e meia. Na retaguarda, seguiam um par de c\u00e1psulas recuper\u00e1veis carregadas com c\u00e2meras e equipamentos de medi\u00e7\u00e3o para analisar o resultado do teste. O dispositivo, de 700 kgs, explodiu a 400 quil\u00f4metros de altura \u2014 quase \u00e0 mesma dist\u00e2ncia em que orbita a Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional. J\u00e1 era noite, ent\u00e3o o clar\u00e3o p\u00f4de ser perfeitamente visto de Honolulu, capital havaiana, como um impressionante espet\u00e1culo de fogos de artif\u00edcio que durou cerca de 15 minutos.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas nem tudo foi espet\u00e1culo. O pulso eletromagn\u00e9tico gerado pela explos\u00e3o foi muito mais potente do que o esperado. Causou apag\u00f5es e danificou redes el\u00e9tricas e telef\u00f4nicas nas ilhas do Hava\u00ed, al\u00e9m de inutilizar meia d\u00fazia de sat\u00e9lites, entre eles o Ariel \u2014 o primeiro sat\u00e9lite brit\u00e2nico \u2014 e um sat\u00e9lite sovi\u00e9tico. Tamb\u00e9m criou um cintur\u00e3o de radia\u00e7\u00e3o ao redor da Terra que demoraria meses para se dissipar.<\/p>\n\n\n\n<p>Todos esses efeitos palidecem em compara\u00e7\u00e3o com os sofridos em territ\u00f3rio sovi\u00e9tico como resultado de seus pr\u00f3prios testes. Como a detona\u00e7\u00e3o ocorreu sobre territ\u00f3rio habitado, as redes a\u00e9reas, tanto el\u00e9tricas quanto telef\u00f4nicas, atuaram como antenas que geraram pulsos de milhares de amperes. Os isoladores n\u00e3o conseguiram resistir \u00e0 sobrecarga, fus\u00edveis e sistemas de prote\u00e7\u00e3o foram comprometidos, e os danos chegaram a afetar uma central el\u00e9trica que abastecia a capital. Ficou claro que uma explos\u00e3o at\u00f4mica no espa\u00e7o teria consequ\u00eancias devastadoras no solo.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo isso ocorreu h\u00e1 60 anos, no contexto da Guerra Fria. Nunca mais se detonou um dispositivo nuclear no espa\u00e7o. Agora, com a nova e tensa situa\u00e7\u00e3o internacional, as amea\u00e7as voltam a se intensificar. O que aconteceria se uma ogiva de v\u00e1rios megatons explodisse a 200 quil\u00f4metros sobre nossas cabe\u00e7as?<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1962, apenas duas d\u00fazias de sat\u00e9lites artificiais orbitavam a Terra. Hoje, s\u00e3o mais de 10 mil. Embora muitos sejam militares, a maioria presta servi\u00e7os civis de comunica\u00e7\u00f5es, meteorologia ou GPS. A internet funciona em parte por meio de enlaces orbitais; da mesma forma, bancos e bolsas sincronizam opera\u00e7\u00f5es com sinais hor\u00e1rios transmitidos por sat\u00e9lites. Isso tamb\u00e9m ocorre com os navegadores de nossos autom\u00f3veis. Um ataque nuclear indiscriminado causaria um estrago colossal. Apenas os sat\u00e9lites que estivessem protegidos do outro lado do planeta ficariam a salvo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para as pessoas que estivessem em zona noturna no momento da explos\u00e3o, a chuva de pr\u00f3tons e el\u00e9trons criaria uma aurora artificial intensa, embora breve, provavelmente muito mais brilhante que as auroras naturais. Poderia ser vista em qualquer lugar do mundo, at\u00e9 mesmo na \u00c1frica tropical ou na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Armas que tamb\u00e9m prejudicam o agressor<\/h2>\n\n\n\n<p>Mas aqueles que estivessem pr\u00f3ximos ao ponto de explos\u00e3o n\u00e3o desfrutariam tanto do espet\u00e1culo. Veriam apenas um clar\u00e3o compar\u00e1vel a um segundo sol, seguido por uma chuva invis\u00edvel de raios X, consequ\u00eancia das rea\u00e7\u00f5es nucleares envolvidas em uma explos\u00e3o termonuclear. Uma bomba de hidrog\u00eanio \u2014 de fus\u00e3o \u2014 utiliza como detonador uma bomba at\u00f4mica \u2014 de fiss\u00e3o \u2014 e a energia liberada em forma de calor e radia\u00e7\u00e3o resulta da soma de ambas. Obviamente, quanto mais pr\u00f3ximo se estiver, pior ser\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns sat\u00e9lites militares s\u00e3o blindados, mas a maioria dos civis \u00e9 muito sens\u00edvel \u00e0s radia\u00e7\u00f5es de alta energia. Simplesmente, proteg\u00ea-los seria caro demais e aumentaria muito o peso. Os semicondutores dos pain\u00e9is solares s\u00e3o os primeiros a serem afetados, mas a radia\u00e7\u00e3o pode destruir at\u00e9 os adesivos que mant\u00eam as estruturas unidas. Os equipamentos \u00f3pticos tamb\u00e9m seriam danificados, especialmente aqueles que captam n\u00edveis muito baixos de luz, como os sensores estelares usados para orientar certos sat\u00e9lites, ou as c\u00e2meras multiespectrais utilizadas na localiza\u00e7\u00e3o de recursos naturais.<\/p>\n\n\n\n<p>O problema de uma arma at\u00f4mica \u00e9 que a detona\u00e7\u00e3o afetaria igualmente sat\u00e9lites aliados e inimigos. Al\u00e9m disso, teria que ser realizada sobre territ\u00f3rio advers\u00e1rio para evitar que o pulso eletromagn\u00e9tico atingisse instala\u00e7\u00f5es terrestres pr\u00f3prias. A explos\u00e3o destruiria de uma s\u00f3 vez (ou ao menos degradaria consideravelmente) a capacidade das grandes constela\u00e7\u00f5es de sat\u00e9lites, mas o pre\u00e7o a pagar seria t\u00e3o alto que o pr\u00f3prio agressor teria que pensar duas vezes.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra possibilidade \u00e9 recorrer a ve\u00edculos de impacto: simplesmente fazer o ve\u00edculo ca\u00e7ador colidir com sua v\u00edtima. A colis\u00e3o \u00e9 programada para que as trajet\u00f3rias se cruzem em sentido oposto, aumentando a velocidade combinada. E nem \u00e9 necess\u00e1rio um impacto direto: muitos sat\u00e9lites possuem pain\u00e9is, antenas e bra\u00e7os, ent\u00e3o basta danificar um deles para torn\u00e1-lo inoperante.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, essa t\u00e1tica tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 inofensiva para o agressor. Lembremos o caso do teste realizado pela China em 2007, quando um m\u00edssil foi lan\u00e7ado contra um de seus pr\u00f3prios sat\u00e9lites (j\u00e1 inativo). O resultado foi uma nuvem de detritos que permaneceu em \u00f3rbita por meses. Foram contabilizados cerca de 3 mil fragmentos grandes o suficiente para serem detectados por radar, mas certamente havia muitos mais, indetect\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>A maioria j\u00e1 caiu, mas ainda restam cerca de mil fragmentos em \u00f3rbita baixa. Em 2021, a R\u00fassia repetiu um teste semelhante, com resultados igualmente desastrosos. Como consequ\u00eancia, a esta\u00e7\u00e3o espacial internacional tem que realizar, de tempos em tempos, manobras evasivas para evitar colis\u00f5es com esses detritos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Alternativas n\u00e3o nucleares<\/h2>\n\n\n\n<p>Especula-se sobre uma alternativa: um sat\u00e9lite capaz de gerar pulsos eletromagn\u00e9ticos de menor pot\u00eancia, sem a necessidade de detona\u00e7\u00f5es nucleares. Ele deveria ser capaz de se aproximar dos alvos e desativ\u00e1-los um a um com descargas mais controladas. Sabe-se que v\u00e1rios sat\u00e9lites russos e chineses, chamados &#8220;inspetores&#8221;, j\u00e1 realizaram manobras de aproxima\u00e7\u00e3o a outros sat\u00e9lites (pr\u00f3prios). Tanto os Estados Unidos quanto a China tamb\u00e9m operam h\u00e1 anos uma nave rob\u00f3tica, manobr\u00e1vel e recuper\u00e1vel, cujas miss\u00f5es geralmente se estendem por muitos meses em \u00f3rbita. Nunca se esclareceu o prop\u00f3sito dessas longas miss\u00f5es, mas, sendo ve\u00edculos militares, n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil imaginar a que se destinam.<\/p>\n\n\n\n<p>Um sat\u00e9lite que utiliza pulsos eletromagn\u00e9ticos precisaria de uma enorme fonte de energia. Portanto, as tradicionais placas solares est\u00e3o descartadas; a solu\u00e7\u00e3o mais prov\u00e1vel seria um reator nuclear, que alimentaria bobinas el\u00e9tricas capazes de liberar a descarga quando algum sat\u00e9lite inimigo estivesse ao alcance. \u00c9 poss\u00edvel que o recente Kosmos 2576 esteja destinado a testar algum desses dispositivos, embora n\u00e3o haja evid\u00eancias de que ele carregue material nuclear a bordo.<\/p>\n\n\n\n<p>Caso um conflito evolu\u00edsse a ponto de armas orbitais serem utilizadas, os alvos mais valiosos dos Estados Unidos seriam seus sat\u00e9lites espi\u00f5es. Esses sat\u00e9lites s\u00e3o semelhantes a um telesc\u00f3pio Hubble, mas voltados para a Terra. Geralmente, dois est\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o, seguindo \u00f3rbitas polares que permitem cobrir todo o globo. Os servi\u00e7os de intelig\u00eancia russos conhecem em detalhe os hor\u00e1rios de sobrevoo de cada regi\u00e3o; e, da mesma forma, a For\u00e7a Espacial dos Estados Unidos monitora seus equivalentes russos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 14 de fevereiro passado, Michael Turner, presidente da Comiss\u00e3o de Intelig\u00eancia da C\u00e2mara dos Representantes dos Estados Unidos, emitiu uma declara\u00e7\u00e3o em que advertia sobre &#8220;uma s\u00e9ria amea\u00e7a \u00e0 seguran\u00e7a nacional&#8221;. Pouco depois, a Casa Branca confirmou suas\u00a0suspeitas de que a R\u00fassia estava desenvolvendo uma arma antissat\u00e9lite de grande pot\u00eancia. N\u00e3o se utilizou a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":19967,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[15],"tags":[],"class_list":["post-19966","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mundo"],"aioseo_notices":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Sem-titulo-25.jpg?fit=888%2C666&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/19966","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=19966"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/19966\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19968,"href":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/19966\/revisions\/19968"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/19967"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=19966"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=19966"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=19966"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}