{"id":17988,"date":"2024-10-15T07:10:28","date_gmt":"2024-10-15T10:10:28","guid":{"rendered":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/?p=17988"},"modified":"2024-10-15T07:10:29","modified_gmt":"2024-10-15T10:10:29","slug":"tesouro-arqueologico-historiador-descobre-sitio-de-gravuras-rupestres-historicas-em-fazenda-no-interior-da-bahia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/minutobahia24h.com.br\/?p=17988","title":{"rendered":"Tesouro arqueol\u00f3gico: historiador descobre s\u00edtio de gravuras rupestres hist\u00f3ricas em fazenda no interior da Bahia"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"420\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Sem-titulo-150-1024x538.jpg?resize=800%2C420&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-17989\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Sem-titulo-150.jpg?resize=1024%2C538&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Sem-titulo-150.jpg?resize=300%2C158&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Sem-titulo-150.jpg?resize=768%2C403&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Sem-titulo-150.jpg?resize=750%2C394&amp;ssl=1 750w, https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Sem-titulo-150.jpg?resize=1140%2C599&amp;ssl=1 1140w, https:\/\/i0.wp.com\/minutobahia24h.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Sem-titulo-150.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o \/ Bahia Not\u00edcias \/ Andr\u00e9 Carvalho<br><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Paredes rochosas silenciosas, testemunhas de um passado ressonante.\u00a0Essa \u00e9 uma descri\u00e7\u00e3o da trilha na localidade conhecida como Mariza, em Tucano, no nordeste baiano, onde o historiador Andr\u00e9 Carvalho encontrou um tesouro arqueol\u00f3gico no da 10 de agosto. Ele fez a descoberta de um conjunto de gravuras rupestres que promete revelar novos aspectos das civiliza\u00e7\u00f5es antigas que habitaram a \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<p>O autor da descoberta \u00e9 Andr\u00e9 Carvalho, o mesmo\u00a0historiador e mestre em Hist\u00f3ria pela Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). A descoberta das gravuras ocorreu por acaso, em uma \u00e1rea de dif\u00edcil acesso, sugerindo que o local permaneceu inexplorado at\u00e9 o momento.<\/p>\n\n\n\n<p>Em entrevista ao Bahia Not\u00edcias, o historiador contou que a descoberta ocorreu durante trilhas realizadas para o programa &#8216;Panela de Bairro&#8217;, juntamente com um casal, para explorar pontos tur\u00edsticos locais. No come\u00e7o, Andr\u00e9 suspeitou de marcas que os turistas fazem na trilha: \u201cEu andava ali e notei que as pessoas riscam os nomes nas paredes. A gente come\u00e7ou uma brincadeira, come\u00e7ou a dar uma olhada nos riscos das paredes, pedras e rochas. Comentamos que esses nomes poderiam ser gravuras rupestres.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Na segunda vez que Andr\u00e9 retornou \u00e0 trilha sozinho, um evento inesperado levou \u00e0 descoberta das gravuras. Enquanto andava pela trilha, \u201cUm boi da fazenda pr\u00f3xima pulou a cerca e fugiu, de repente o dono saiu atr\u00e1s desse boi. Eu entrei na fazenda que o rapaz deixou aberto, tinha um pared\u00e3o e uma rocha por tr\u00e1s. Quando eu olhei para cima, comecei a ver uns rastros,\u201d relatou Andr\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p>As gravuras foram encontradas em uma \u00e1rea de dif\u00edcil acesso, sugerindo que o local permaneceu inexplorado at\u00e9 o momento. \u201cA localiza\u00e7\u00e3o remota das gravuras pode ter contribu\u00eddo para sua preserva\u00e7\u00e3o ao longo dos s\u00e9culos,\u201d comentou Andr\u00e9 Carvalho. Ap\u00f3s documentar as gravuras com fotografias detalhadas, ele encaminhou as imagens para dois colegas arque\u00f3logos, que confirmaram a autenticidade das obras.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele detalhou como percebeu que os sinais n\u00e3o eram recentes: \u201cComecei a olhar se tinha alguns sinais recentes, procurando vi que n\u00e3o tinha nenhuma letra. E pensei, pera a\u00ed, isso n\u00e3o \u00e9 recente n\u00e3o. Apenas s\u00edmbolos e riscos, e a\u00ed eu fotografei.\u201d Andr\u00e9 enviou as fotos para nossa equipe do Bahia Not\u00edcias.<\/p>\n\n\n\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.bahianoticias.com.br\/fotos\/municipios_noticias\/41928\/mg\/Montagem%20-%20BN%20%283%29.png?w=800&#038;ssl=1\"><em>Imagens dos registros arqueol\u00f3gicos encontrados na regi\u00e3o | Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o \/ Andr\u00e9 Carvalho<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Reconhecendo a import\u00e2ncia hist\u00f3rica e cultural da descoberta, Andr\u00e9 abriu um protocolo junto ao Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (Iphan). \u201cO objetivo \u00e9 garantir a preserva\u00e7\u00e3o das gravuras e viabilizar estudos mais aprofundados,\u201d explicou Andr\u00e9. A iniciativa visa proteger o s\u00edtio arqueol\u00f3gico e permitir que especialistas analisem o contexto hist\u00f3rico das gravuras.<\/p>\n\n\n\n<p>Nossa equipe solicitou a Carlos Alberto Etchevarne, arque\u00f3logo e professor da Universidade Federal da Bahia (Ufba), que analisasse as fotografias. Ele \u00e9 autor da obra premiada \u201cEscrito na Pedra: Cor, Forma e Movimento nos Grafismos Rupestres da Bahia,\u201d e confirmou serem gravuras rupestres.<\/p>\n\n\n\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.bahianoticias.com.br\/fotos\/municipios_noticias\/41928\/mg\/Imagem%20do%20WhatsApp%20de%202024-10-13%20%C3%A0%28s%29%2011.38.53_b58ef7dc.jpg?w=800&#038;ssl=1\"><em>Movimentos de trid\u00edgitos, semelhantes a &#8216;garras&#8217; registrados no local | Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/ Andr\u00e9 Carvalho<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Em entrevista ao Bahia Not\u00edcias, Etchevarne explicou: \u201cAs fotos que enviou s\u00e3o de trid\u00edgitos, motivos gr\u00e1ficos muito recorrentes na Bahia e em outras partes do Brasil.\u201d O arque\u00f3logo tamb\u00e9m ressaltou a import\u00e2ncia da descoberta para o local: \u201cGravuras como essas atraem turismo para a regi\u00e3o. A ideia \u00e9 sempre conversar e instruir os moradores locais sobre como usar esses s\u00edtios.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O historiador Andr\u00e9 Carvalho defende a necessidade de apoio institucional para a preserva\u00e7\u00e3o das gravuras: \u201c\u00c9 preciso que eu consiga um parecer do Iphan.\u00a0N\u00e3o sou um pesquisador da \u00e1rea. Busco no Iphan mais informa\u00e7\u00f5es e um parecer t\u00e9cnico na prefeitura local. Temos que dialogar com \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, mas tamb\u00e9m com a comunidade.\u00a0Precisamos levar ao propriet\u00e1rio a informa\u00e7\u00e3o sobre a exist\u00eancia das gravuras para fazer um acordo com ele para a preserva\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o. S\u00e3o terras particulares. Trazer as secretarias de Comunica\u00e7\u00e3o e Cultura da prefeitura para realizar o andamento. O Iphan pode ser uma ferramenta importante na hist\u00f3ria.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, o Bahia Not\u00edcias obteve acesso exclusivo ao protocolo n.\u00ba 72020.001903\/2024-66, que revelou atrasos no atendimento devido \u00e0 revis\u00e3o e adequa\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica da linguagem. A Ouvidoria-Geral do Iphan comunicou a prorroga\u00e7\u00e3o do prazo de atendimento para 12\/10\/2024, destacando a necessidade de uma resposta mais t\u00e9cnica e adequada.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante a entrevista, o professor da Ufba enfatizou ainda que h\u00e1 uma car\u00eancia de recursos e profissionais nos \u00f3rg\u00e3os de preserva\u00e7\u00e3o.\u00a0\u201cPorque tamb\u00e9m \u00e9 assim, n\u00e3o temos \u00f3rg\u00e3os de preserva\u00e7\u00e3o, temos dois \u00f3rg\u00e3os de preserva\u00e7\u00e3o. Iphan nacional e IPAC estadual. Nenhum dos dois tem condi\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas, de recursos, de profissionais, para segurar a quantidade de s\u00edtios arqueol\u00f3gicos da Bahia,\u201d afirmou o professor.<\/p>\n\n\n\n<p>As gravuras rupestres de Tucano t\u00eam o potencial de enriquecer o conhecimento sobre as antigas civiliza\u00e7\u00f5es que habitaram a Bahia. A fazenda com os registros fica a quase 20 km da dist\u00e2ncia da cidade, e\u00a0o munic\u00edpio tem uma\u00a0rica hist\u00f3ria e localiza\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica, sempre foi um ponto de interesse com passagens de grupos como de Antonio conselheiro no fim do s\u00e9culo XIX e com o ataque de Lampi\u00e3o em 1930.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Vale lembrar que a regi\u00e3o \u00e9 conhecida por sua relev\u00e2ncia na rota dos tropeiros e por ser um local de interse\u00e7\u00e3o cultural entre diferentes povos ao longo dos s\u00e9culos. \u201cEssa descoberta n\u00e3o s\u00f3 amplia nossa compreens\u00e3o sobre os povos que viveram aqui, mas tamb\u00e9m destaca a import\u00e2ncia da preserva\u00e7\u00e3o do nosso patrim\u00f4nio cultural,\u201d afirmou Andr\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Andr\u00e9, o achado pode atrair turistas interessados em hist\u00f3ria, beneficiando a economia local e promovendo a cultura da regi\u00e3o. Disso, nem o professor Echevarne discorda: \u201cO turismo promove e provoca uma visita\u00e7\u00e3o muito importante e muito seletiva, n\u00e3o sendo de massa. \u00c9 de algu\u00e9m que se interessa.\u00a0Acho que \u00e9 essencial garantir uma boa gest\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.bahianoticias.com.br\/fotos\/municipios_noticias\/41928\/mg\/Montagem%20-%20BN%20%285%29.png?w=800&#038;ssl=1\"><em>Imagem de &#8216;Arte Rupestre&#8217; descoberta no Morro de Chap\u00e9u e das &#8216;Gravuras rupestres&#8217; de Tucano | Foto: Divulga\u00e7\u00e3o \/ J\u00falio Mello de Oliveira<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo de sua carreira, o arqu\u00e9logo\u00a0Etchevarne realizou a descoberta e produziu um\u00a0estudo das express\u00f5es gr\u00e1ficas rupestres na Chapada Diamantina, particularmente em Morro do Chap\u00e9u, onde identificou s\u00edtios pertencentes ao estilo Serra da Capivara da Tradi\u00e7\u00e3o Nordeste, contribuindo significativamente para a arqueologia brasileira. Para Etchevarne, segundo sua experi\u00eancia, \u00e9 essencial ressaltar a import\u00e2ncia do envolvimento da comunidade local: \u201cA ideia \u00e9 sempre conversar e instruir os moradores locais sobre como usar esses s\u00edtios para criar movimenta\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica local.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O autor da descoberta acrescenta que isso pode ser n\u00e3o somente um registro de um passado distante, mas tamb\u00e9m uma maneira de ensinar sobre a hist\u00f3ria local: \u201cA gente tem muito potencial. \u00c9 um distrito tur\u00edstico que possui \u00e1guas termais, perfurados nas d\u00e9cadas de 40 e 60 pela Petrobras, encontrando len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos que acabaram dinamizando a regi\u00e3o. Podemos incrementar o turismo com as pinturas rupestres e as passagens de Lampi\u00e3o. Vislumbro que podemos explorar essa hist\u00f3ria, construindo um percurso que vai desde as pinturas rupestres at\u00e9 a trilha do canga\u00e7o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O professor Etchevarne relembra o potencial tur\u00edstico de ser gerido e destinado sempre com os locais: \u201cN\u00e3o se pode fazer nada sem convencer os moradores ao redor dos s\u00edtios.\u201d Retomando a import\u00e2ncia do envolvimento da comunidade local: \u201cGravuras como essas atraem turismo para a regi\u00e3o. A ideia \u00e9 sempre conversar e instruir os moradores locais sobre como usar esses s\u00edtios. N\u00e3o se pode fazer nada sem convencer os moradores ao redor dos s\u00edtios. Nada. Eles definem as prioridades e facilidades de lidar com isso\u201d, conclui o professor.<\/p>\n\n\n\n<p>Andr\u00e9 Carvalho planejou compartilhar a descoberta com o Bahia Not\u00edcias e segue enfatizando a relev\u00e2ncia das gravuras para a hist\u00f3ria regional. \u201cEspero que essa pauta desperte o interesse do p\u00fablico e incentive a preserva\u00e7\u00e3o do nosso patrim\u00f4nio hist\u00f3rico\u201d, completou.<\/p>\n\n\n\n<p>A descoberta na fazenda local sugere um novo entendimento sobre a Bahia, evidenciando a necessidade de um trabalho mais aprofundado de pesquisa de campo. A equipe de reportagem do Bahia Not\u00edcias contatou o Iphan em rela\u00e7\u00e3o ao protocolo, mas n\u00e3o obteve resposta.<\/p>\n\n\n\n<p>BN<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paredes rochosas silenciosas, testemunhas de um passado ressonante.\u00a0Essa \u00e9 uma descri\u00e7\u00e3o da trilha na localidade conhecida como Mariza, em Tucano, no nordeste baiano, onde o historiador Andr\u00e9 Carvalho encontrou um tesouro arqueol\u00f3gico no da 10 de agosto. 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